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Confira dicas para organizar as despesas de início de ano - Coluna "Dicas e Truques"

A coluna "Dicas e Truques" pesquisou e descobriu na internet conselhos da coordenadora institucional do Proteste – Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, em cima dos gastos que aparecem no começo de todo ano, como o pagamento de tributos que nem IPVA e IPTU, além da compra de material escolar ou mesmo matrícula na escola.

Primeira recomendação da especialista é fazer uma avaliação de todos os gastos que a pessoa vai ter neste começo de ano. Na compra do material escolar, ela lembra que os pais podem, por exemplo, fazer trocas com os livros usados pelos filhos, seus e de outros, no ano anterior.

A coordenadora do Proteste adverte que 2016 vai ser um ano difícil do ponto de vista da economia e o consumidor precisa, mais do que nunca, ter uma reserva. Além disso, tem que se cuidar com as liquidações que estão acontecendo, olhando sempre o orçamento familiar. A liquidação só deve ser usada se a pessoa estiver precisando mesmo de um produto considerado essencial.

No caso dos tributos como IPVA e IPTU, que costumam ser pagos no começo do ano, os consumidores devem aproveitar os descontos, que variam conforme a cidade, e pagar tudo de uma só vez, à vista, para evitar gastos parcelados futuros que, com certeza, vão se acumular com outros que vão aparecer durante o ano.



Acompanhe o "Dicas e Truques" toda a semana.


Até a próxima.



Fonte : Rádio Agência Nacional 
Foto   : O Sul

Cuidado - Carregador de celular comprado na rua pode até explodir.

Sobreaquecimento, lentidão no carregamento e até possibilidade de incêndios ou queimaduras. O usuário de um carregador de celular sem certificação dos órgãos reguladores está sujeito a esses riscos, na opinião de especialistas, por afetarem negativamente a bateria do aparelho. Mas o que pouca gente sabe é que a crescente categoria dos carregadores portáteis pode ser até mais perigosa do que os carregadores convencionais.

O chefe de divisão metodologia da informação em telecomunicações da Inmetro, Rodolfo Saboia, diz que o risco de um carregador portátil, também conhecido como "power bank", de procedência duvidosa é semelhante a de eventuais baterias de celular que explodem. 

"Esse dispositivo é normalmente composto de uma bateria interna de íon lítio que, dependendo da carga armazenada e da qualidade do produto, pode causar uma eventual descarga capaz de explodir e causar fogo na mochila ou no bolso", explica.

Os carregadores comuns são na verdade fontes de energia que convertem a corrente da rede elétrica para os valores aceitos pelo smartphone (ver dicas abaixo). Essa energia é recebida por um carregador interno do celular, que por sua vez leva a carga à bateria. Seu risco é menor por converter a energia para índices baixos, reduzindo assim riscos de acidentes.

Como as grandes fabricantes já cumprem normas internacionais de segurança e realizam extensos testes para garantir a segurança e eficácia dos carregadores, o consumidor deve mesmo ficar atento se as fabricantes menores fazem o mesmo, lendo as informações nos manuais e informações descritas no próprio carregador.

Já as fontes e carregadores portáteis "de camelô", isto é, sem marca aparente e vendidos de forma ilegal, devem ser sempre evitados. 

"Nem sempre o carregador mais caro tem maior qualidade, mas o usuário precisa desconfiar um pouco quando o preço for muito abaixo do praticado no mercado. Vale aquela máxima: 'o barato sai caro'", diz Rodrigo de Maio Almeida, professor de Engenharia Elétrica da universidade paulista FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Garanta a segurança com carregadores 

iStock


Prefira marcas conhecidas e fuja dos "piratas"

Essa é básica: mesmo que celulares, baterias e carregadores do mercado ilegal sejam mais baratos ou mais convenientes de se comprar devido à sua facilidade de acesso, camelôs os vendem até em semáforos, eles não compensam os riscos. Caso danifiquem seu aparelho, provoquem acidentes ou apenas deixem de funcionar direito, você não terá a quem recorrer pelos meios legais. No caso do setor de celulares, Apple, Samsung, Sony, LG, Motorola, Asus, Xiaomi, Microsoft (ex-Nokia) e a Positivo são algumas das marcas mais conhecidas no mercado brasileiro e que tem representação legal por aqui.

Divulgação



Priorize o carregador de fábrica do seu aparelho

Se você seguiu a dica acima, vai ser tranquilo seguir esta aqui: o carregador que vem com o seu aparelho possivelmente passou por vários testes da fabricante para render o melhor aproveitamento na transmissão de energia para a bateria. Portanto, faça bom uso dele. No entanto, caso você perca o carregador original, não é de todo mal usar um carregador de outra marca e/ou modelo, desde que este também tenha sido fabricado por empresas com certo nome no mercado.

Niroworld



Selo internacional de qualidade

Atente para os selos internacionais de organizações que avaliam a segurança dos produtos sob rigorosos critérios. Um bastante conhecido é o CE, sigla francesa para Conformité Européenne ("Conformidade Européia"), mas há outros de outras regiões do mundo, como FCC e UL (Estados Unidos), CCC e NOM.

Sinclair Maia/Anatel


Selo da Anatel

O principal selo de certificação dos produtos vendidos no Brasil é o da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O uso do carregador é regulamentado por três resoluções da agência: 
  • nº 481, de 10 de setembro de 2007 (que trata da certificação e homologação do produto)
  • nº 442 de 21 de julho de 2006 (que trata da compatibilidade eletromagnética)
  • n° 529, de 03 de junho de 2009 (segurança elétrica). 

Assim, ao adquirir ou utilizar um carregador de celular, o usuário deverá observar se o produto possui o selo de identificação da homologação da Anatel. Isso vai indicar que o produto atende aos requisitos especificados pelas resoluções.

Thierry Monasse/AFP


Atente aos valores de energia

Se mesmo seguindo as dicas anteriores você quiser ter uma certeza mais técnica, atente às informações técnicas escritas em cada carregador. De modo geral, são compostos de um cabo USB/MicroUSB (Android) ou USB/Lightning (iPhones), um transformador e um circuito interno que controla a energia de saída, que deve ser tensão de até 5 Volts e corrente de até 2 Amperes, resultando em uma potência de até 10 Watts. Não esqueça também de checar se a tensão de entrada do carregador é equivalente à da rede elétrica local, de 110V ou 220V; muitos deles felizmente são do tipo bivolt, isto é, aceitam os dois níveis de tensão.

iStock


Evite o mau uso do carregador

No mais, o usuário que estiver usando um carregador precisa prestar atenção em alguns fatores para garantir uma vida útil maior e reduzir as chances de acidentes. Na prática, isso significa: proteger o cabo e trocá-lo se estiver quebrado; evite quedas acidentais e contato com líquidos; não deixar o carregador conectado à tomada quando não estiver sendo utilizado; e não manter o celular conectado ao carregador e à rede elétrica com a bateria carregada. 

"Se ocorrer uma falha no sistema que controla a carga da bateria, pode haver um sobreaquecimento do carregador e da bateria, o que aumenta o risco de acidente", diz Rodrigo de Maio Almeida, da FAAP.



Fonte : UOL
Texto : Marcio Padrão UOL São Paulo
Foto   : G1

Ler os rótulos na compra no mercado ajuda?

No lugar do pão de forma feito com farinha branca, entram as misturas integrais. O iogurte precisa ser light, o suco é livre de conservantes e açúcar e a salada só se for feita com verduras orgânicas. 

Nos últimos anos, tem aumentado o número de brasileiros que estão trocando alimentos gordurosos e fast food por produtos mais saudáveis.

Uma recente pesquisa divulgada pela PROTESTE aponta que as pessoas estão dispostas a pagar mais por alimentos orgânicos e socialmente sustentáveis.

 Dos entrevistados, 51% disseram que estão retirando doce da dieta. Quatro em cada dez estão comprando menos carne vermelha e 48% comendo menos proteína animal e mais vegetal.

Atualmente, o Brasil é o quarto maior mercado do mundo de alimentação natural (o que engloba os alimentos funcionais, com adição de ingredientes saudáveis e redução de sal, açúcar e gorduras), atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão."Existe uma tendência, principalmente fora do lar, de que a alimentação precisa ser mais saudável, com produtos cada vez mais frescos", diz Victor Trujillo, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo. Segundo ele, frente à demanda, as indústrias estão investindo cada vez mais no setor.

Para se ter uma ideia, de 2009 a 2014, o segmento cresceu 95% no país e movimentou quase R$ 80 bilhões de reais apenas em 2014, segundo a Euromonitor, empresa europeia de monitoramento. No mundo, o crescimento de produtos saudáveis é de três a quatro vezes maior que o da venda de alimentos convencionais.

De acordo com os especialistas, os brasileiros apoiam a alimentação saudável, mas ainda não possuem uma visão muito clara do que isso realmente significa. "Muitas pessoas têm a sensação de que os produtos integrais, por exemplo, são realmente muito saudáveis.

No entanto, quando observamos a embalagem, a quantidade de farinha integral de alguns pães não passa de 10%. Não é saudável, mas pensamos que é", diz Jacqueline Hochberg, do departamento de nutrição da Universidade de São Paulo. "A visão do consumidor sobre o produto ainda é muito superficial. Muitas vezes, as pessoas acreditam que apenas a forma do preparo pode determinar se aquele alimento é saudável ou não", completa Trujillo.

Na lista dos alimentos que parecem saudáveis, mas nem tanto, estão as barrinhas de frutas, que possuem excesso de açúcar. Os pães multigrãos também enganam, já que nem sempre trazem sementes integrais, entre outros. Para quem quer entrar no time da alimentação saudável, a nutricionista Jacqueline dá quatro dicas para a escolha dos produtos:

Busque alimentos com poucos ingredientes na composição

A famosa regra ''nunca coma um alimento que leve ingredientes que sua vó não conheça'' se encaixa perfeitamente por aqui. Ao escolher um molho de tomate, por exemplo, opte por aquele com menor variedade de ingredientes. ''Assim, deixamos de levar um produto cheio de conservantes e estabilizantes'', explica Jacqueline.

Leia o rótulo

O rótulo é uma espécie de ficha técnica do alimento. Além da tabela nutricional, ele traz a lista dos ingredientes que compõe o produto, sempre em ordem decrescente. Assim, o primeiro ingrediente é sempre aquele que vem em maior quantidade. Modere o consumo dos alimentos que trazem açúcar ou gorduras já nas primeiras posições.

Procure cozinhar mais em casa

Mesmo com uma vida corrida, experimente cozinhar mais em casa. É mais saudável comer uma lasanha feita com ingredientes naturais do que descongelar uma opção light. Não tem milagre, o produto industrializado possui conservantes, mais sódio e não tem comparação com a opção fresquinha.

Fique de olho nos orgânicos

No supermercado ou em grandes redes de hortifrúti, cheque se o produto tem certificações de orgânico, que indicam que o produto cumpre as normas determinadas pela Anvisa. Em estabelecimentos menores, é provável que os itens não tenham os selos, mas não quer dizer que não sejam naturais. Muitas vezes, os pequenos produtores não conseguem a certificação por ser caro e burocrático.



Fonte : UOL
Foto   : Thinkstok

O que fazer com os extintores de incêndio que não precisamos mais?. Veja e confira

Uma medida de segurança para os motoristas e passageiros que também implica no descarte dos extintores antigos. Então, o que fazer com eles? Nossas dicas são dereutilização desses extintores descartados, tornando-os objetos decorativos.

Extintores luminárias – Coloque uma cúpula em cima, capriche no spray para colori-lo e peça ajuda de um eletricista com a fiação.

Fonte: Casa Abril


Já esta ideia é de um artista uruguaio, Valentino Llegada. Os extintores foram cortados e serviram de base para as lâmpadas. Eles também foram lixados e tonalizados com cores vibrantes.

Fonte: Eco Desenvolvimento


Você também pode deixá-lo sem cor, para dar um tom rústico e ousar na colocação da lâmpada.

Fonte: Casa Abril

Adesivar – Uma ideia mais simples, porém, não menos criativa é pintar o extintor com uma cor única e aplicar adesivos de acordo com o seu estilo.

Fonte: Casa Abril

Fonte: Revista Casa e Jardim

Criando vasos – Se preferir, deixe apenas a base do extintor, deixe-o com as cores de sua preferência e utilize-o como suporte para flores artificiais.


Fonte: Casa Abril


O importante mesmo é não deixar de lado nunca a criatividade, principalmente se quiser ter uma decoração original. 

Veja outras ideias nas fotos abaixo: